In this experience, Stanley Milton explored the power of authority in controlling one's actions.
How far can an individual be told to go knowing that his actions are afecting others?
http://en.wikipedia.org/wiki/Milgram_experiment
The conclusions: pretty far!
Wednesday, August 22, 2007
Sunday, August 12, 2007
O Princípe
Durante a última semana (de férias) estive a ler o livro "O Princípe" de Nicolau Maquiavel.
Agora estive a ler as notícias internacionais da semana e não posso de deixar de pensar no conteúdo do livro... uma reflexão sobre o funcionamento dos mecanismos do poder.
A França a vender armas à Líbia, a Rússia a armar-se com submarinos "nucleares". Ah... e os USA a venderem armas à Arábia Saudita, Egipto e Israel "por causa do Irão".
Isto é história para não ter um final feliz!
Quer dizer... isto fora de Portugal. Porque cá a coisa mais crítica que chega aos cabeçalhos é mesmo esta: Alberto João Jardim recusa-se a receber líder do PS-Madeira por lhe ter chamado "terrorista"
Falta aqui um Maquiavel com a popularidade do Dan Brown para trocar por miúdos (para o comum dos mortais) o que esta gente anda a fazer.
Agora estive a ler as notícias internacionais da semana e não posso de deixar de pensar no conteúdo do livro... uma reflexão sobre o funcionamento dos mecanismos do poder.
A França a vender armas à Líbia, a Rússia a armar-se com submarinos "nucleares". Ah... e os USA a venderem armas à Arábia Saudita, Egipto e Israel "por causa do Irão".
Isto é história para não ter um final feliz!
Quer dizer... isto fora de Portugal. Porque cá a coisa mais crítica que chega aos cabeçalhos é mesmo esta: Alberto João Jardim recusa-se a receber líder do PS-Madeira por lhe ter chamado "terrorista"
Falta aqui um Maquiavel com a popularidade do Dan Brown para trocar por miúdos (para o comum dos mortais) o que esta gente anda a fazer.
Thursday, August 02, 2007
Did evil got to Google? ou Google's dark side
Resultados aportuguesados no google! De há uns tempos para cá é isto que tenho apanhado.
Enquanto esta alteração explora a proximidade geográfica/linguística da informação. Fá-lo de forma transparente e não comandada por mim - a pessoa que tenta aceder à informação.
Já há bastante tempo que tentativas de aceder ao google.com são redireccionadas para google.pt e hoje caiu a gota final: numa pesquisa que fiz por "renaissance" (em busca do filme com o mesmo nome) apareceu como primeiro resultado um link para "Clínica Renaissance - uma clínica de Estética, Medicina e Cirurgia Estética instalada num espaço de luxo, requinte e bem-estar", seguido de dois resultados para o filme que procurava e em terceiro um expectável link para uma entrada na wikipedia sobre o período da Renascença.
Explorei um pouco mais o mecanismo e aparentemente o google usa os dados que são transmitidos pelo browser para saber qual é a "nossa língua" e depois fornece resultados tendo isso em conta (usando o Internet Explorer o primeiro resultado foi um "Renaissance Marriot" em São Paulo, Brasil).
Uma passagem pelas preferências mostrou que é possível activar a pesquisa apenas em determinadas línguas. Ao escolher apenas o inglês a clínica mencionada acima deixou de aparecer, assim como os restantes links para sites escritos em português.
Opino que se fosse possível desligar este modo de funcionamento então não havia espiga, mas não havendo essa possibilidade fico com uma nuvem cinzenta a pairar sobre a minha cabeça.
Não me sinto nada à vontade sabendo que o meu acesso à informação está a ser limitado com base em regras que estão fora do meu controlo. Censura, anyone?
O "Don't do Evil" do google já teve melhores dias...
Yo António! Acho que um apanhado destas notícias finais com mais alguma pesquisa na web era um bom candidato para diganço/slashdotanço. O que achas?
Enquanto esta alteração explora a proximidade geográfica/linguística da informação. Fá-lo de forma transparente e não comandada por mim - a pessoa que tenta aceder à informação.
Já há bastante tempo que tentativas de aceder ao google.com são redireccionadas para google.pt e hoje caiu a gota final: numa pesquisa que fiz por "renaissance" (em busca do filme com o mesmo nome) apareceu como primeiro resultado um link para "Clínica Renaissance - uma clínica de Estética, Medicina e Cirurgia Estética instalada num espaço de luxo, requinte e bem-estar", seguido de dois resultados para o filme que procurava e em terceiro um expectável link para uma entrada na wikipedia sobre o período da Renascença.
Explorei um pouco mais o mecanismo e aparentemente o google usa os dados que são transmitidos pelo browser para saber qual é a "nossa língua" e depois fornece resultados tendo isso em conta (usando o Internet Explorer o primeiro resultado foi um "Renaissance Marriot" em São Paulo, Brasil).
Uma passagem pelas preferências mostrou que é possível activar a pesquisa apenas em determinadas línguas. Ao escolher apenas o inglês a clínica mencionada acima deixou de aparecer, assim como os restantes links para sites escritos em português.
Opino que se fosse possível desligar este modo de funcionamento então não havia espiga, mas não havendo essa possibilidade fico com uma nuvem cinzenta a pairar sobre a minha cabeça.
Não me sinto nada à vontade sabendo que o meu acesso à informação está a ser limitado com base em regras que estão fora do meu controlo. Censura, anyone?
O "Don't do Evil" do google já teve melhores dias...
- Criação de um google.cn censurado (Google's China Problem (and China's Google Problem);
- Modelo publicitário mais focado no plim que nos utilizadores (Is Google doing advertising evil with new model?);
- Subversão dos interesses dos utilizadores para ganhar plim (Google turns the page… in a bad way.).
Yo António! Acho que um apanhado destas notícias finais com mais alguma pesquisa na web era um bom candidato para diganço/slashdotanço. O que achas?
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